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Você Lava As Mãos Corretamente? Saiba Como Se Prevenir De Doenças

Atualizado em: 02/11/2017 às 23h44

Em tempos de H1N1, o simples ato de lavar as mãos pode ser uma grande arma para se proteger do vírus, além de outras doenças respiratórias, infecções intestinais e irritações de pele. O hábito é tão importante na saúde preventiva que Organização Mundial da Saúde ( OMS) instituiu o 5 de maio como o Dia Mundial de Higiene das Mãos – comemorado nesta quinta-feira.

 

Se a boca e as vias respiratórias são a “porta de entrada” do corpo humano para fungos, vírus e bactérias, a mão serve de “transporte” para esses microrganismo chegarem até a região do rosto. De acordo com clínico geral e gastroenterologista Severino Santos, não existe um número mínimo de vezes em que se deve lavar as mãos por dia. “A prática deve estar relacionada com a atividade diária, ou seja, antes e após as refeições ou ir ao banheiro, após manusear objetos ou alimentos sem higienização ou até um simples aperto mão, principalmente se a outra pessoa estiver gripada”, explica Santos, que é médico do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e professor da Universidade de Pernambuco (UPE).

 

Apesar de não existir número mínimo para lavar as mãos, existe tempo e método. “São vários movimentos para garantir a limpeza da palma da mão e entre os dedos, com sabão e água corrente, o que geralmente dura no mínimo 40 segundos”, explica o especialista. Ele afirma ainda que a melhor forma de higienização é com água e sabão, mas o uso do álcool gel também é eficiente. “É por isso que o álcool gel está presente na porta de entrada dos hospitais e deve ser usado por todos que entram no espaço, antes e após uma visita, protegendo o paciente e si mesmo”.

 

CUIDADO COM O EXAGERO – Se muita gente não lava as mãos da forma correta, algumas pessoas acabam exagerando na dose, lavando dezenas de vezes ao dia, o que também não é bom. O uso exagerado de álcool gel e sabonete pode provocar irritação na pele e problemas como baixa imunidade. “Extremos são sempre ruins. O corpo precisa criar anticorpos e imunidade. O uso em excesso de sabonetes antibactericidadas em crianças, por exemplo, acaba eliminando também as bactérias de proteção do corpo e no futuro elas poderão ter problemas de imunidade”, afirma o médico.

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