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Vírus H3N2 Pode Ser Vilão De 2017; Vacinação É Recomendada

Atualizado em: 03/11/2017 às 20h00

Os casos de gripe já registrados no Brasil em 2017 apontam para um crescimento da incidência do tipo H3N2 do vírus influenza, de acordo com o Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (SIVEP-Gripe), do Ministério da Saúde.

 

Até a décima semana deste ano, as amostras pesquisadas apontaram que mais de 63% das ocorrências de influenza apresentaram o tipo H3N2. Em 2016, no mesmo período, era o H1N1 que comandava a incidência, com 43% de todos os casos de gripe analisados. Para efeito de comparação, em 2017, o H1N1 acometeu 1,9% dos pacientes.

 

“É importante frisar que, a cada ano, o quadro de ocorrências dos tipos de cepas de vírus muda. O H1N1, em função das epidemias que já tivemos no Brasil, leva toda a culpa sempre”, observa a presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Isabella Ballalai.

 

A especialista se refere, por exemplo, ao ano passado, quando o Brasil registrou que 87,27% de todos os casos de influenza eram de H1N1, enquanto que do H3N2, em franco crescimento agora, foi responsável por 0,4% dos casos.

 

Mais grave

Em relação à Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), o H3N2 também se mostra mais forte em 2017, até a décima semana.

 

Segundo o Ministério da Saúde, 54% dos casos analisados eram de H3N2. No ano passado, em apenas 1,3% do total de ocorrências foi registrado o vírus. Em 2016, como o H1N1 dominou o ranking de influenzas, também para a SRAG foi assim. Mais de 83% dos casos tinham o tipo viral nas análises.

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