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Testes Neonatais

Assim como durante todo o pré-natal, o acompanhamento do bebê logo após o seu nascimento é mais do que fundamental para a identificação e tratamento de possíveis doenças  que a criança possa desenvolver. Para isso, os testes realizados durante os primeiros minutos de vida são essenciais para que o início e toda sua jornada sejam repletos de saúde.

 

Através dos testes, dezenas de alterações congênitas podem ser detectadas. E quando um exame de triagem traz algum diagnóstico inesperado, outros serão realizados para uma identificação ainda mais aprofundada da situação e, principalmente, serão traçados os caminhos para os tratamentos mais adequados.

 

Os testes oferecidos são os seguintes:

O Teste do Pezinho tem como principal objetivo detectar o quanto antes as alterações metabólicas, genéticas e infecciosas que podem afetar a vida do bebê. A indicação é que o teste seja realizado nos primeiros três dias de vida, juntamente com os testes dos olhos e das orelhas, e em conformidade com as aplicações das vacinas de BCG e Hepatite B. É importante ressaltar que o teste é completamente seguro, simples e não há riscos para o bebê, constituindo-se apenas de uma pequena amostra de sangue coletada de um dos calcanhares da criança.

 

O Teste do Pezinho realizado pela CLIMEP e pelo Centro de Triagem Neonatal é capaz de identificar mais de 30 distúrbios. O Master +4, por exemplo, é o mais completo da área, sobretudo, por agregar simultaneamente mais quatro outros exames. E como a CLIMEP sempre busca por inovações, passamos a utilizar uma lanceta específica para o Teste do Pezinho, trazendo ainda mais segurança para quem realiza o teste e mais tranquilidade para o bebê.

Assim como o Teste do Pezinho, o da Orelhinha é fundamental na identificação de possíveis deficiências que a criança venha a desenvolver. O exame é feito a partir da colocação de um fone no ouvido da criança. A outra parte do fone está acoplada a um computador que emite sons de fraca e de moderada intensidade. A partir das respostas que a orelha interna do bebê reproduz, é possível identificar se está tudo bem com o sistema auditivo da criança. O exame é realizado durante o sono natural do bebê e dura entre cinco a dez minutos.

 

O Instituto Nacional de Educação de Surdos e a Força Tarefa para a Prevenção da Deficiência Auditiva na Infância, da Associação Brasileira de Pediatria (SBP) lançaram algumas recomendações que são importantes para a atenção dos pais durante o teste:

 

– O teste da orelhinha ou exame de emissões otoacústicas evocadas deve ser procedido, sempre que possível, dentro do primeiro mês de vida.

 

– Em caso de resultado alterado o médico otorrinolaringologista deverá proceder ao exame de potencial evocado auditivo de tronco encefálico – BERA.

 

– Todo o bebê deve ser avaliado uma vez que na maioria dos casos de surdez não existe fator de risco nem história familiar.

 

– Criança com alteração da audição deve ser submetida à estimulação iniciada no máximo até os seis meses de idade, com adaptação de prótese auditiva, para garantir a aquisição da fala e da linguagem.

Também conhecido como Teste do Reflexo Vermelho, o Teste do Olhinho tem como principal foco identificar e prevenir doenças oculares, que com o seu agravamento podem até mesmo gerar a cegueira irreversível para a criança. O teste do Olhinho deve ser realizado antes mesmo do bebê deixar a maternidade e consiste na apresentação de uma fonte de luz que sai de um aparelho conhecido como oftalmoscópio. Assim que a retina recebe essa luz, os olhos saudáveis refletem tons de laranja, amarelo ou vermelho. Caso haja alguma alteração, não é possível observar o reflexo ou a qualidade dele é esbranquiçada. Outra situação é a difícil visualização dos tons.

 

O procedimento também permite que seja realizada com precisão a comparação dos reflexos emitidos pelos dois olhos, mostrando se há diferença de tamanho entre eles ou até mesmo se o bebê tem estrabismo. É importante ressaltar que cerca de 60% das causas de cegueira em crianças podem ser prevenidas com a execução do teste.

Realizado na CLIMEP no mesmo dia dos demais testes, o Teste do Coraçãozinho ajuda na identificação de cardiopatias, doenças que podem prejudicar fortemente a saúde do bebê. Para a realização, o profissional de saúde utiliza um sensor externo – chamado oxímetro – que é colocado primeiramente na mão direita e em seguida em um dos pés do bebê. Esse procedimento é para analisar os níveis de oxigênio da criança. Caso eles estejam abaixo de 95%, o bebê ficará no hospital e dará início a uma outra série de exames que irá possibilitar um detalhamento ainda maior do que pode vir a ser cardiopatia congênita grave. É importante que a mãe possa realizar durante o pré-natal a ecocardiograma fetal, que traz ainda a gestação todo um diagnóstico com relação ao coração do bebê, possibilitando uma preparação da equipe médica para receber com mais cuidado uma criança com essa especificação.

O Teste da Linguinha se constitui pelo encurtamento do freio lingual. Também chamada de “língua presa”, a alteração pode limitar funções essenciais ao bebê, como: sugar, mastigar, engolir e falar. Apesar de ser tida como uma alteração congênita comum, é frequentemente esquecida em meio aos outros testes também obrigatórios no nascimento do bebê. O exame é focado na identificação de alguma alteração no frênulo, membrana conhecida como o “freio” da língua e que liga a parte inferior à base da boca. Caso detectada, o médico ou fonoaudiólogo realiza um pequeno corte na membrana. Todo o processo é indolor, simples e rápido.

As imunodeficiências constituem-se um grupo de doenças que afetam o desenvolvimento e/ou a função do sistema imunológico, o sistema de defesa do organismo, sendo quase todas de origem genética.

 

Existem dois grupos de alterações imunológicas: imunodeficiências primárias ou congênitas (IDP) e imunodeficiências secundárias ou adquiridas, como a AIDS.

 

A maioria das crianças nasce com imunidade (sistema de defesa contra microrganismos), que embora ainda imatura é suficientemente funcional para defendê-las de agressões dos agentes infecciosos do meio ambiente, incluindo os transmitidos por familiares, e também para protegê-las de células defeituosas de seu próprio organismo que podem evoluir para câncer. Algumas crianças, todavia, não têm a mesma sorte.

 

Dentre as IDP incluem-se as imunodeficiências combinadas graves conhecidas como SCID ( Severe Combined Immunodeficiency), ou Síndrome Wiskott-Aldrich, consideradas as mais agressivas, com elevada mortalidade dentro do primeiro ano de vida, mesmo entre aquelas com diagnóstico clínico e tratamento adequados.

 

Estas alterações manifestam-se clinicamente com infecções de repetição, causadas por bactérias, vírus, fungos, protozoários ou outros organismos, evoluindo em gravidade até o óbito.

 

O Teste de Triagem Neonatal para Imunodeficiência destina-se à identificação precoce de recém-nascidos com SCID para que possam ser avaliados e tratados a tempo, antes que as infecções se manifestem, de tal forma que possam usufruir da vida como as outras crianças que não sofrem desses distúrbios.

Na CLIMEP os testes são realizados às segundas, quartas e sextas.

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