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MENINGITE – CRIANÇA DE CINCO ANOS MORRE EM FORTALEZA

Atualizado em: 08/03/2019 às 09h35

Uma criança de cinco anos de idade morreu na sexta-feira (1°) em Fortaleza após ter contraído meningite, doença causada por uma infecção que pode evoluir rapidamente, implicando em altas taxas de letalidade em quem foi contagiado. As pessoas que tiveram contato com o menino deverão tomar um antibiótico para evitar que a doença se prolifere, informou a Secretaria Municipal da Saúde (SMS).

 

O caso ocorre uma semana após a morte do neto do ex-presidente Lula, Arthur Lula da Silva, com meningite meningocócica, aos sete anos. A SMS não soube informar se a meningite que vitimou a criança em Fortaleza também é do tipo meningocócica.

O processo é chamado de quimioprofilaxia e deve ser iniciado o mais rápido possível, já que há facilidade para que ela se evolua, quanto mais nos primeiros cinco dias após a pessoa ter sido infectada. A prevenção, contudo, não garante imunidade total.

É necessário ficar atento em relação aos sintomas, pois o retardo no início do tratamento implica em uma taxa de letalidade maior. Em situações epidêmicas, a meningite pode atingir pessoas de qualquer faixa etária, principalmente as não vacinadas.

Altos graus de febre, vômitos, dores na cabeça e no pescoço são alguns dos sintomas de uma pessoa que está com doença meningocócica (DM) pode apresentar. Mal-estar, rigidez na região da nuca e manchas roxas na pele são outros indicativos. A vacinação, conforme a Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa), está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).

401 casos em 2018

 

Em 2018, o estado registrou 401 confirmações de DM, sendo que 37 resultaram em mortes. Classificando por etiologia, as meningites não especificadas somaram 48,1% dos casos, de acordo com a Sesa. As virais contabilizaram 26,7% das ocorrências, já as bacterianas – conhecidas por serem as formas mais graves – somaram 19,5%.

Nos últimos nove anos, foram confirmados 3.405 casos de meningites no Ceará. Jovens e adultos entre 20 e 39 anos estão na faixa etária mais acometida pela doença no período, representando 28,3% dos casos. Em seguida vêm as pessoas entre 40 e 59 anos, que contabilizam 18,1% das ocorrências.

Por terem o sistema imunológico ainda em formação, as crianças se tornam mais suscetíveis ao adoecimento, assim como os adolescentes, fazendo necessário que eles sejam prioritariamente imunizados.

 

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