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Médicos Alertam Para O Aumento De Casos De Caxumba Em Belém

Atualizado em: 03/11/2017 às 20h02

Médicos infectologistas alertam para o aumento dos casos de caxumba em Belém. Segundo especialistas, a doença tem atingindo, principalmente, jovens e adolescentes, e a melhor forma de se prevenir é a vacinação.

 

De acordo com a médica infectologista Vânia Brilhante, nos últimos 60 dias ela está atendendo, em média, dois casos de pessoas infectadas com o vírus da caxumba por semana. Segundo a médica, a doença é relativamente simples, mas não tratada da forma correta pode causar danos graves, principalmente nos homens.

 

“O que acontece muito nos meninos na pré-adolescência é quando, como as pessoas dizem, a caxumba desce. Por isso que os repousos sintomáticos são importantes para tentar diminuir as chances para essa caxumba ir para as glândulas, porque pode desencadear uma esterilidade. A pessoa vai ficar sem poder ter filhos”, alertou a infectologista.

 

João Pereira, de 23 anos, foi surpreendido pela caxumba. Segundo ele, só no período da infância que ouvia na infância. Inicialmente sentiu dificuldade de identificar a doença, por isso precisou ir a um especialista para confirmar o contágio e também pegar orientação sobre o tratamento.

 

“Eu senti dor nos testículos, e depois, neste mesmo dia, à noite, esta região (maxilar) começou a doer. A princípio eu pensei que fosse dor de dente, envolvendo o siso. Mas, posteriormente, começou a inchar a região do meu rosto e eu fui procurar um infectologista para ver o que era. Ai, de primeira, ele supôs que era caxumba”, contou João.

 

Os principais sintomas da doença são: Inchaço das glândulas da salina que ficam entre o rosto e o pescoço, febre, dor de cabeça, perda do apetite, fraqueza e dor ao mastigar alimentos.

 

Segundo Vânia Brilhante, o tratamento da caxumba se assemelha ao de uma gripe, mas a melhor forma de evitar e combater a doença é a vacinação.

 

“São os mesmos da gripe, por exemplo: tampar o rosto ao espirrar, ao tossir, evitar contato próximo, usar muito álcool em gel, para limpar e higienizar bem às mãos. Verificar se as crianças ao redor estão vacinadas. Porque a vacinação, pelo menos, consegue impedir a forma da doença durante muito tempo”, concluiu.

 

Todos devem ter recebido pelo menos 2 doses de vacina TRIVIRAL, MMR, ou SRC (sarampo + rubéola + caxumba) durante a vida para se considerarem protegidos. Quem recebeu uma única dose, não dispondo de registros e em caso de dúvida dirija-se imediatamente a serviço de vacinação para os cuidados apropriados. Doses adicionais, além de 2, podem ser úteis em surtos epidêmicos como o que está ocorrendo em Belém (e em grande parte do País). Para mais informações entre em contato conosco através do 3181-1644.

 

Fonte: G1

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