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H1N1 Atinge 11 Estados E Causa 46 Mortes No País; Maioria Em São Paulo

Atualizado em: 02/11/2017 às 22h59

A gripe H1N1 já atinge 11 Estados e o Distrito Federal, totalizando 305 casos no país até 19 de março, segundo o Ministério da Saúde. Neste período, pelo menos 46 pessoas morreram em decorrência da doença. A maior parte dos doentes está no Estado de São Paulo. O total de casos e mortes no primeiro trimestre de 2016 já é maior do que todos os infectados e mortos pelo H1N1 em 2015, quando 141 pessoas tiveram a doença e 36 foram a óbito.

 

A região Sudeste concentrava o maior número de casos de H1N1 (266), sendo 260 em São Paulo, três casos em Minas Gerais e outros três no Rio de Janeiro.

 

Santa Catarina é o segundo Estado em número de casos (14), seguido de Bahia (10); Pernambuco (5); Distrito Federal (3); Mato Grosso (2); Pará, Ceará, Paraná e Mato Grosso do Sul registraram um caso cada. Um outro caso importado foi notificado e a pessoa morreu.

 

SÃO PAULO TEM MAIS CASOS E MORTES

São Paulo tem o maior número de mortes (38 no Estado e oito na cidade de São Paulo), seguido por Bahia e Minas Gerais, cada um com dois óbitos; e Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Ceará, com um óbito cada. As vigilâncias locais monitoram os casos de H1N1 e repassam os dados para o Ministério da Saúde.

 

Um surto de H1N1 foi decretado no Estado e no município de São Paulo, mas o governo local descartou epidemia.

 

VACINAÇÃO ANTECIPADA

O noroeste paulista também vive surto do vírus, o que fez a Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo decidir antecipar a vacinação contra o vírus em 67 cidades da região de São José do Rio Preto, objetivando imunizar 323,7 mil pessoas.

 

A população será vacinada com doses do lote de 2015, com autorização do Ministério da Saúde, já que a campanha nacional de vacinação contra o H1N1 acontece entre 30 de abril e 20 de maio.

 

Apesar de ter autorizado o uso de vacinas de lotes da campanha de 2015, o Ministério da Saúde afirma que, mesmo as pessoas que tomarem a vacina agora, devem voltar na campanha para se vacinar novamente e, assim, ficar protegido contra os dois outros tipos de vírus, H3N2 e Influenza B. O intervalo entre uma vacina e outra deve ser de 30 dias.

 

Fonte: Uol

 

Surto de H1N1 mata oito em São Paulo

 

O surto antecipado de gripe H1N1 que vem atingindo o Estado de São Paulo já matou oito pessoas na capital paulista neste ano, informou nesta segunda-feira a Secre-taria Municipal da Saúde. Em todo o ano passado, a doença não havia causado nenhuma morte na cidade. Os óbitos se referem a pacientes que desenvolveram a chamada Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), doença que pode ser causada por diversos agentes infecciosos, como os vários tipos de vírus influenza e pneumonias. Ao todo, a síndrome causou 17 mortes neste ano, quase metade delas por H1N1.

 

O número de casos de SRAG notificados neste ano também teve um salto em relação ao mesmo período de 2015: 299 contra 127. Desse total, 66 foram causadas pelo H1N1 desde janeiro, ante apenas um caso no ano passado. De acordo com o secretário municipal da Saúde, Alexandre Padilha, a antecipação do surto, que costuma ocorrer somente no inverno, está provavelmente relacionada a paulistas que viajaram ao hemisfério norte nos últimos meses, quando a região estava no período de inverno e registrou circulação maior de H1N1, e trouxeram o vírus. “Nós e o governo do Estado já pedimos ao Ministério da Saúde a antecipação da campanha de vacinação, marcada inicialmente para o dia 30 de abril, mas isso vai depender de quando as vacinas serão finalizadas pelo Instituto Butantã”, declarou.

 

BLUMENAU

Em Blumenau (SC), a Vigilância Epidemiológica confirmou neste domingo (27) duas mortes por gripe A H1N1, no Vale do Itajaí. Segundo o órgão, estes são os dois primeiros casos de óbito em decorrência da doença em Santa Catarina em 2016. Conforme a gerente da Vigilância Epidemiológica de Blumenau, Ivonete dos Santos, uma mulher de 52 anos que estava internada no Hospital Santa Catarina morreu na sexta-feira (25). Já um homem de 42 anos, que estava no Hospital Santa Isabel, morreu na noite de sábado (26) “Os dois casos foram confirmados pelo Lacen [Laboratório Central de Saúde Pública] como pacientes com H1N1 e a morte foi em decorrência da doença. Como não há vacina disponível, o melhor método é a prevenção e higienização dos espaços”, disse Ivonete. Na cidade há mais 6 pessoas com gripe A confirmadas e outras oito, que estão em Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), com suspeita do quadro, mas que aguardam confirmação de exames.

 

De 1° de janeiro a 22 de março, Santa Catarina registrou 14 casos de gripe A H1N1. Além de Blumenau, a capital tem três casos e São José, na Grande Florianópolis, Guaramirim, no Norte, e Tubarão, no Sul, têm um cada uma das cidades. Todos os pacientes são adultos, conforme o boletim da Dive.

 

Fonte: O Liberal

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